Sinto-me sozinha num mundo desconhecido
sem ar, sem cores... sem vida...
Onde estão os anjos que me rodeavam,
os sorrisos e risos constantes,
os braços que me aconchegavam e protegiam?
De consolo tenho sonhos
nos quais a vitalidade existe,
pois sou amada e não estou sozinha,
sou também amante da vida surreal...
Mas tudo que é bom dura pouco...
Ou o suficiente para tornar-se inesquecível..
E, eu, volto à realidade
no despertar de um novo dia,
uma nova chance!
Levanto em busca de carinho,
alimento que minha alma, vazia, necessita.
Onde estão os amores?
Cadê a Dona Felicidade?
Os anjos me esqueceram?
(Campinas, março de 2005)
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